GNU/Linux na pesquisa do Genoma.

 

debian_splash.png

 

Só para terem uma idéia da capacidade de gerenciamento que um GNU/Linux pode realizar:

” O Sanger Institute, na Inglaterra, roda um cluster Debian GNU/Linux em mais de 640 processadores com 320 Terabytes de “dados ativos”, como uma partição swap de memória virtual gigante, contida em seus 1.5 Petabytes de armazenamento em discos.

Esta quantidade de dados necessita estar “viva” durante o sequenciamento e análise inicial, e com as necessidades de processamento do software científico no cluster Debian, o armazenamento “como swap” precisa prover 320 TB de espaço no sistema de arquivos HP-SFS Lustre.

Este projeto é único não apenas por lidar com 1.5 PB de armazenamento, mas por manter 320 TB de armazenamento “como swap” para rápidas comparações e cálculos.

O Sanger Institute começou a usar Debian GNU / Linux quando o mundo descobriu quão confiável e útil ele pode ser. Agora o instituto tem de competir por administradores de sistemas capazes de gerenciar grandes clusters usando sistemas de arquivos distribuídos em larga escala com organizações comerciais usando Linux.”

Para maiores detalhes acessem:

http://times.debian.net/1225
http://www.debian.org/users/org/sangerinstitute.en.html

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