IBM e Hitachi unem-se para avançar na pesquisa de chips.

” Espera-se que as duas empresas anunciem acordo em pesquisas nesta segunda, no qual as companhias vão colaborar para melhorarem a tecnologia em semicondutores, incluindo o encolhimento das características nos chips de silício.

Os pesquisadores das duas companhias vão tentar acelerar o processo de miniaturização do circuito dos processadores através da pesquisa de semicondutores até o nível atômico de 32 nanômetros e 22 nanômetros. Tornar os circuitos dos chips menores deve permitir aos dispositivos que os utilizem economia de energia e ganhos em performance.

Através da combinação da capacidade de pesquisa e de propriedade intelectual, as companhias esperam também reduzir os custos do desenvolvimento avançado de tecnologia em processadores.

Detalhes do acordo de colaboração de dois anos não foram revelados e os comunicados oficiais da IBM não esclarecem quando os produtos resultantes das pesquisas poderiam ser lançados no mercado. A Intel recentemente disse esperar lançar processadores com tecnologia de 22 nanômetros no mercado mais ou menos em 2011. Para terem uma idéia, um nanômetro equivale à bilionésima parte de um metro.

A IBM já tem um forte perfil no avanço da tecnologia de semicondutores. Ela desenvolve tecnologia de silício nanofotônica, que poderia substituir alguns dos fios em um chip por pulsos de luz em pequenas fibras óticas para dar maior velocidade e eficiência no controle de energia na transferência de dados entre os núcleos de um processador. Também trabalha em conjunto com universidades dos Estados Unidos para desenvolver nanotubos de carbono, pequenos transistores que poderiam fornecer performance melhor que os utilizados atualmente.”

Onde será que isso vai parar? Daqui a alguns anos teremos de usar lentes de aumento para trocar um processador. Com todo esse avanço e a guerra entre as empresas para ver quem vai deter as técnicas dos chips mais compactos do mercado, não deve demorar para vermos as tecnologias sonhadas pelos cinemas em nosso cotidiano.

Mais informações no New York Times.

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