Os dias do mouse estão contados?

Mesmo próximo de seus quarenta anos de idade, o mouse ainda é um recurso utilizado na maioria dos computadores em funcionamento no planeta, mas isso é algo que vem aos poucos sendo mudado. Jogos como Guitar Hero ou Freats on Fire tranformando teclados em guitarras virtuais, utilização de monitores sensíveis ao toque, mesas digitais, tablet pc’s, handhelds, smartphones, entre outros, estão dispensando a utilização do nosso velho companheiro.

Indo um pouco mais além, grandes companhias como a Panasonic, Sony e Canon estão investindo em pesquisas com a finalidade de aumentar a interatividade com seus aparelhos e, com isso, levar o entretenimento à população de uma maneira mais transparente.

Entre as tecnologias desenvolvidas, encontramos televisores criados pela Panasonic que reconhecem quem está assistindo-o e, ao invés de usar um controle remoto, disponibiliza um menu que reconhece os movimentos de sua mão para selecionar o que deseja. A Sony e a Canon por sua vez, desenvolvem sistemas de reconhecimento facial em tempo real, podendo inclusive distinguir se a pessoa está sorrindo.

Específicamente na área de computadores, encontramos headsets ( algo como fones de ouvido ) que permitem controlar microcomputadores simplesmente através de pensamentos, e estes segundo as previsões devem chegar ao mercado consumidor já em setembro.

Claro que indústrias como a Logitech, uma das líderes mundiais na fabricação e venda de mouses, acham que dizer que o fim desses dispositivos está próximo é um pouco de exagero, até porque nos últimos vinte anos venderam mais de quinhentos milhões deles, mas a popularização dessas novas formas de interação com os computadores devem diminuir, e muito, a utilização de mouses nos próximos anos. Afinal nada mais cômodo que alternar entre as janelas e abas de sua navegação na internet, tendo simplesmente que pensar para que isso aconteça.

Isso também será benéfico também para aquelas pessoas que, por um motivo ou outro, são ficicamente impedidas de operar esses aparelhos, além de contribuirem com a diminuição da incidência de lesões decorrentes do uso contínuo deles.

Não sei se, com esses lançamentos, o mouse será mesmo erradicado tão rapidamente de nossas vidas. Mas vamos aguardar e ver como essas novas formas de interação serão recebidas e absorvidas. Devem, sem dúvida alguma, no mínimo facilitar ainda mais as nossas vidas.

Para saberem mais sobre o assunto, acessem a notícia, na qual este post foi baseado, no site da BBC News.

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