Reino Unido mais enfático na prevenção de crimes eletrônicos

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O Reino Unido está desenvolvendo uma nova unidade de resposta emergencial, para ajudar a fornecer a indivíduos e empresas conselhos rápidos quando seus sistemas computacionais e redes de computadores tornarem-se alvo de ataques contínuos, de acordo com um artigo do The Guardian.

A proposta é uma entre várias, agora que o governo diz que as ameaças do ciberespaço deviam ser de prioridade um. O Ministro da Defesa daquele país também planeja desenvolver uma “reserva cibernética” de especialistas do setor privado para fornecer ajuda aos militares.

Entretanto, especialistas dizem que o governo está perdendo muito desenvolvendo um conhecimento sofisticado altíssimo ao invés de informar ao público como deixar seus computadores menos vulneráveis.

Segundo um desses especialistas ” em 2010 a coalizão requisitou seiscentos e cinquenta milhões de libras para desenvolver novos sistemas cibernéticos durante quatro anos, porém menos de quatrocentos mil libras foram destinadas para o projeto Get Safe Online , que oferece conselhos sobre segurança básica em computadores “, o que em uma tradução livre seria Fique Seguro Online.

Iain Lobban, diretor da Eavesdropping and Eletronic Spy Centre GCHQ, em Cheltenhan, disse que oitenta por cento dos ataques poderiam ser frustrados se os indivíduos tivessem mais cuidado.

” Poderiam ser retirados um milhão de libras desse montante e eles não notariam “, disse o professor Peter Sommer. ” Esse tipo de investimento teria um efeito transformador. Enquanto boa parte do trabalho do governo é bem pensado, eles ainda subestimam a extensão do quanto algumas falhas são culpa de humanos, e não o resultado de cibercriminosos ou espiões “.

” Também não observam a necessidade de educar consumidores e pequenas empresas, tanto para proteger a si mesmas quanto para impedir que suas máquinas sejam tomadas e façam parte de redes botnet, que então atacam outros computadores ou redes “.

O Ministro Francis Maude disse que houve progresso no combate ao cibercrime, porém uma pesquisa recente sugere que mais de noventa e três por cento das grandes companhias, e setenta e seis por cento das pequenas empresas sofreram uma quebra na segurança no último ano.

Para mais detalhes, consulte o artigo original, em inglês, no site do The Guardian.

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