Primeiro processador quântico criado

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“Pesquisadores da Universidade de Yale criaram o primeiro processador quântico rudimentar em estado sólido, um grande passo para a criação do computador quântico.

Eles também utilizaram o chip de dois qubits ( um qubit é um bit quântico, que é uma unidade de informação quântica ), para executar com sucesso alguns algorítmos elementares como uma pesquisa simples, demostrando o processamento de informação quântica com um dispositivo de estado sólido pela primeira vez.

“Nosso processador pode executar apenas algumas tarefas quânticas bem simples que tem sido demonstradas anteriormente com nuclei único, átomos e fótons”, disse Robert Schoelkopf, professor de Física e Física Aplicada da Yale. “Mas esta é a primeira vez que isso foi possível em um dispositivo completamente eletrônico muito mais parecido com um microprocessador comum”.

O time de pesquisadores construiu dois átomos artificiais, ou qubits – feitos de um bilhão de átomos de alumínio, mas atuando como átomos únicos que podem ocupar dois estados diferentes de energia como os estados “ligado” e “desligado” de bits comuns empregados nos computadores convencionais. Mas por causa das leis de mecânica quântica contraintuitivas, os cientistas puderam efetivamente colocar os qubits em uma superposição de múltiplos estados ao mesmo tempo, permitindo maior armazenamento de informações e poder de processamento.

Para executar as operações, os qubits comunicam-se usando um barramento quântico, fótons que transmitem informação através de fios conectando os qubits previamente desenvolvidos pelo grupo de Yale”.

Para mais informações a respeito do novo processador, acessem o site TG Daily.

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Os dias do mouse estão contados?

Mesmo próximo de seus quarenta anos de idade, o mouse ainda é um recurso utilizado na maioria dos computadores em funcionamento no planeta, mas isso é algo que vem aos poucos sendo mudado. Jogos como Guitar Hero ou Freats on Fire tranformando teclados em guitarras virtuais, utilização de monitores sensíveis ao toque, mesas digitais, tablet pc’s, handhelds, smartphones, entre outros, estão dispensando a utilização do nosso velho companheiro.

Indo um pouco mais além, grandes companhias como a Panasonic, Sony e Canon estão investindo em pesquisas com a finalidade de aumentar a interatividade com seus aparelhos e, com isso, levar o entretenimento à população de uma maneira mais transparente.

Entre as tecnologias desenvolvidas, encontramos televisores criados pela Panasonic que reconhecem quem está assistindo-o e, ao invés de usar um controle remoto, disponibiliza um menu que reconhece os movimentos de sua mão para selecionar o que deseja. A Sony e a Canon por sua vez, desenvolvem sistemas de reconhecimento facial em tempo real, podendo inclusive distinguir se a pessoa está sorrindo.

Específicamente na área de computadores, encontramos headsets ( algo como fones de ouvido ) que permitem controlar microcomputadores simplesmente através de pensamentos, e estes segundo as previsões devem chegar ao mercado consumidor já em setembro.

Claro que indústrias como a Logitech, uma das líderes mundiais na fabricação e venda de mouses, acham que dizer que o fim desses dispositivos está próximo é um pouco de exagero, até porque nos últimos vinte anos venderam mais de quinhentos milhões deles, mas a popularização dessas novas formas de interação com os computadores devem diminuir, e muito, a utilização de mouses nos próximos anos. Afinal nada mais cômodo que alternar entre as janelas e abas de sua navegação na internet, tendo simplesmente que pensar para que isso aconteça.

Isso também será benéfico também para aquelas pessoas que, por um motivo ou outro, são ficicamente impedidas de operar esses aparelhos, além de contribuirem com a diminuição da incidência de lesões decorrentes do uso contínuo deles.

Não sei se, com esses lançamentos, o mouse será mesmo erradicado tão rapidamente de nossas vidas. Mas vamos aguardar e ver como essas novas formas de interação serão recebidas e absorvidas. Devem, sem dúvida alguma, no mínimo facilitar ainda mais as nossas vidas.

Para saberem mais sobre o assunto, acessem a notícia, na qual este post foi baseado, no site da BBC News.

Corridas reais no mundo virtual

Este é o título do artigo que lí na seção de tecnologia do site BBC News que vai deixar muitos(as) jogadores(as) em alerta. Segundo o fundador da iOpener Media, Andy Lurling, a intenção de seus desenvolvedores é implementar o próximo passo em matéria de entretenimento, levando os(as) fãs de jogos baseados na Fórmula 1 a competir, não somente com outros(as) jogadores(as) através da Internet, mas sim contra corredores reais como Felipe Massa, Lewis Hamilton, Kimi Raikkonen e companhia.

” É claro que a próxima tendência em jogos está sendo trazer objetos reais para o mundo virtual; jogando não contra outros jogadores mas pessoas fazendo a coisa de verdade “, disse Andy.

O sistema patenteado que sua empresa está desenvolvendo, absorve dados de localização em tempo real de eventos esportivos e os impulsina em consoles de jogos compatíveis ou computadores pessoais.

A idéia é que você poderia se colocar contra os melhores pilotos do mundo, enquanto eles correm de verdade, do conforto de sua sala de estar.

A Agência Espacial Européia ficou tão impressionada com a proposta que garantiu desenvolver uma prova de conceito. E uma venture capitalista alemã já disponibilizou a verba necessária para tal.

Claro que ainda deverá levar um tempo até que consigam implementar a solução com perfeição, e tenhamos consoles ou pc’s compatíveis disponíveis no mercado, porém espero que consigam realizar o feito e que possamos em breve desfrutar de mais adrenalina, ao jogarmos contra pilotos consagrados e, quem sabe, poder dizer que ganhamos de alguns deles, tudo isso sem sair do conforto de nossas poltronas.

Mais informações no site BBC News.