IPFire 2.17 Core 87 lançada! Março, 2015.

ipfire

Michael Tremer anunciou, no final de fevereiro deste ano, mais uma atualização de versão da distribuição IPFire. Desenhada para a atuação como um firewall, esta nova versão traz várias atualizações e correções. Entre estas, podem ser destacadas a atualização do kernel Linux, agora disponibilizando em sua versão 3.14, além de trazer o gerenciador de inicialização GRUB 2.

A nova versão do kernel amplia ainda mais o suporte a hardware, já que vários drivers foram portados para ela, o que contribui para uma maior estabilidade do sistema. O instalador desta distribuição também foi melhorado, permitindo uma experiência mais agradável ao usuário.

Para acessar a lista com as melhorias implementadas, basta seguir o link a seguir, que o redirecionará para a página com o anúncio oficial de lançamento.

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Freak ainda afeta centenas de provedores de serviços em nuvem

Segurança na web

Segundo uma pesquisa realizada pela SkyHigh Networks, centenas de provedores de hospedagem em nuvem ainda estão vulneráveis à falha de segurança denominada Freak, que possibilita a atacantes forçarem os navegadores web a utilizarem chaves criptográficas com um nível de encriptação já obsoleto, permitindo então que estas sejam decriptografadas para o roubo de dados sensiveis, como credenciais bancárias, entre outras.

Embora a equipe de desenvolvimento do OpenSSL tenha corrigido a falha em janeiro, a pesquisa revelou que 766 tipos de serviços em nuvem, em um universo de 10.000 tipos de serviços avaliados, ainda estavam sob risco de sofrerem este tipo de ataque. A média é de 122 tipos de serviços vulneráveis por companhia provedora de hospedagem em nuvem, e revela que as empresas estão com processos lentos na correção da falha em seus serviços.

Um em cada dez domínios listados no top 1.000.000 ( um milhão ) da Alexa, ou seja, algo em torno de 9,5% destes, ainda estão vulneráveis à falha, segundo os dados coletados no dia de hoje. A Alexa é uma companhia da Amazon, que fornece ferramentas para análises variadas em websites.

Através da análise dos um milhão de websites melhor colocados no ranking da Alexa, resultados que são atualizados diariamente, um outro website verificou que a correção da falha ainda não havia sido aplicada em centenas deles, além de informar que 26,3% de todos os servidores web ainda permanecem vulneráveis a este tipo de ataque.

“Se o website ou serviço em nuvem que você estiver acessando, for construído sobre o Apache, e muitos são, a Freak é uma séria vulnerabilidade”, disse Nigel Hawtorn, diretor de estratégia na SkyHigh Networks. “Até que as correções sejam aplicadas, será como utilizar tecnologia dos anos 90 contra hackers modernos, o que não representa desafio”.

A companhia contatou cada uma das empresas, provedoras de serviços em nuvem afetadas, e está trabalhando junto às mesmas para assegurar de que estejam cientes quanto a vulnerabilidade e que apliquem as correções necessárias.

Para acessar o artigo original, em inglês, siga o link para o site The Register.

Forças armadas do Reino Unido criarão brigada para atuação em guerra digital

Cyberwar

As forças armadas do Reino Unido estão criando uma brigada para atuar em guerras cibernéticas, especificamente através de mídias socias como o Facebook ou Twitter. A 77th Brigade ( Septuagésima Sétima Brigada ) será formada por um contingente estimado em 1.500 soldados, tanto da reserva quanto atualmente prestando serviço militar, e deve ser formalizada até o mês de abril deste ano.

Um porta-voz das forças armadas disse que “a 77th Brigade está sendo criada para abrigar as capacidades essenciais, atualmente existentes ou sendo desenvolvidas, equivalentes ao desafio de conflitos modernos e da guerra. Ela reconhece que as ações de outros, em um campo de batalha moderno, podem ser afetadas de um forma não necessariamente violenta”.

Os soldados destacados para esta tarefa terão habilidades em operações psicológicas, jornalismo e no uso de redes sociais, e terão como objetivo atuar no controle reflexivo de informações disseminadas, divulgar fatos verídicos de guerra, ou desinformação, esta última com a finalidade de direcionar adversários a agirem da forma que esperam.

Para mais informações a respeito da nova brigada, acesse o artigo original, publicado pelo jornal The Guardian.